O Rap das Armas e a Cultura Antipolicial

Em qualquer festa que se vá, seja em bairros nobres ou em comunidades carentes, ouve-se o Rap das Armas, o qual abre o filme “Tropa de Elite”. O que espanta é o fato de as pessoas se divertirem abertamente com a apologia antipolicial explícita na música.

Divertindo-se ao som dessas músicas, a sociedade esquece-se do sangue que os profissionais de segurança derramam para protegê-la. O bandido é glorificado, o policial menosprezado e a sociedade alegre a dançar!

Pobre sociedade! Ela não sabe que, agindo assim, está fortalecendo o banditismo, a criminalidade e a violência; está zombando da própria desgraça.

O policial não quer ser idolatrado, mas um pouco de respeito e consideração é o mínimo que uma sociedade consciente pode lhe dar. Quando a sociedade ecoa: “esses alemão são tudo safado”, esquece que por trás da farda tem um ser humano, via de regra honesto e comprometido com o trabalho, que a está defendendo, muitas vezes com o sacrifício da própria vida, deixando em casa esposa e filhos.

Como uma sociedade assim, que zomba a polícia explicitamente, quer ter segurança? O que ela acha que um policial sente quando vê as pessoas se alegrando ao som dessas músicas antipoliciais? O que, então, ela espera desses policiais?

Sociedade, acorde!

AUTORIA: PRACINHA

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One Response to “O Rap das Armas e a Cultura Antipolicial”

  1. SARGENTO LAGO Says:

    Pois é… e ainda se vêem no direito de nos criticarem. Eu queria saber onde estão essas Ongs que brotam todo dia, feito cria de uma porca parideira contumaz, que saem as ruas com faixas, cartazes e animais, mas são incapazes de mover uma palha em favor dos policiais. Contudo são as primeiras que vão atirar a pedra que quebra a vidraça da janela que se chama esperança…

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