Posts Tagged ‘sociedade’

O Rap das Armas e a Cultura Antipolicial

sexta-feira, maio 30th, 2008

Em qualquer festa que se vá, seja em bairros nobres ou em comunidades carentes, ouve-se o Rap das Armas, o qual abre o filme “Tropa de Elite”. O que espanta é o fato de as pessoas se divertirem abertamente com a apologia antipolicial explícita na música.

Divertindo-se ao som dessas músicas, a sociedade esquece-se do sangue que os profissionais de segurança derramam para protegê-la. O bandido é glorificado, o policial menosprezado e a sociedade alegre a dançar!

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ANALOGIA: POR QUE E POR QUEM JESUS FOI MORTO

quarta-feira, maio 21st, 2008

ANALOGIA: POR QUE E POR QUEM JESUS FOI MORTO

O planeta não pára de girar, mas algumas coisas insistem em permanecer estagnadas.

Há cerca de dois mil anos, um homem (ou o salvador do mundo - depende da fé de cada um) chamado Jesus, quando tinha seus trinta anos de idade, começou a pregar que o sistema religioso da época estava errado, e que os chefes dos sacerdotes, os doutores da lei, os escribas e os fariseus estavam criando uma infinidade de rituais sem sentido, deturpando a mensagem de Deus. Jesus convidou as pessoas a beberem do vinho novo. Sabia, todavia, que muitas pessoas sempre iriam preferir o vinho velho, pois estavam arraigadas a antigas tradições, a formalidades banais.

Logicamente que o poder religioso tomou suas medidas para calar Jesus. Em nenhuma época a liberdade de expressão foi bem vista pelas autoridades.

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Vida e morte de um bandido

quarta-feira, abril 30th, 2008

VIDA E MORTE DE UM BANDIDO

Fruto de uma gravidez indesejada, Di Menor nasceu de uma adolescente de 16 anos. Negra, pobre e semi-analfabeta. O pai e a mãe de Di Menor se casaram por imposição das famílias. O relacionamento durou menos de dois anos. As brigas eram constantes. O pai arrumou um rabo-de-saia em outra freguesia e sumiu. A mãe de Di Menor nunca mais viu o ex-marido. Arrumou um emprego de doméstica para sustentar a casa.

A mãe de Di Menor não tinha tempo para o filho. A jornada dupla de trabalho consumia-lhe todo o tempo. O menino foi sendo criado sem limites. Quase não ia às aulas. E, quando ia, só aprontava. Sua ausência era motivo de alegria para os funcionários da escola.

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